segunda-feira, fevereiro 05, 2007

"BORA" LÁ ! ! ! ! ALENTEJO PRESENTE!

Vão ao site www.megaencontrovotanao.org votem e marquem visto na ida ao Coliseu. Vai ser o nosso último "Grito" de apelo à Vida, de dizer NÃO ao Aborto.
É esta unidade que tem espantado Portugal. Daremos tudo por tudo até ao fim...

ALENTEJO PRESENTE!!!

6 Comments:

Anonymous Pedro Cabral (Pierre) said...

Eu Voto não!!!!!

fevereiro 05, 2007 9:56 da tarde  
Anonymous Anónimo said...

Mais uma conquista : SIM IVG

Ao longo de 300 anos mais ou menos, começando por altura das revoluções francesa e americana todos os homens e mulheres foram considerados iguais e com o direito à felicidade.
Anos depois a escravatura e a pena de morte foram sendo abolidas em muitos estados.
Depois a mulher entrou no mundo do trabalho: a mulher ganhou independência do homem e o direito ao voto.
Depois houve ainda leis que permitiram o divórcio, a contracepção e mais actualmente o planeamento familiar.
Todas estas foram conquistas da civilização. Chamamos a isto tudo, nós que vivemos o resultado destas conquistas ganhas ao longo do tempo, de direitos. Ainda recentemente em Portugal, uma mulher casada não podia abandonar o país sem o consentimento do seu marido.
Isso faz parte do passado, felizmente. Ou quê?
Ocorre que o direito à IVG é mais uma conquista nesta mesma senda das conquistas.

Será que não compreendem?
Há alguém de vós, mulheres ou homens que permita a proibição do divórcio, por exemplo? Ou o direito das mulheres ao voto?


Pensem muito bem nisto. A IVG é mais uma conquista nesta mesma senda das conquistas.
Quanto à vida – acaso estas conquistas não são conquistas da vida? Da vida verdadeiramente vivida, sem escravatura ou submissão?

Tudo o que sigo faz sentido e é a verdade.
Apenas disse a verdade coerente.
Coerente é votar sim.

Tudo pela Nação , nada contra a Nação!
Viva Portugal

Eduardo d´Orey

fevereiro 06, 2007 1:55 da manhã  
Anonymous Anónimo said...

Mais uma conquista : SIM IVG

Ao longo de 300 anos mais ou menos, começando por altura das revoluções francesa e americana todos os homens e mulheres foram considerados iguais e com o direito à felicidade.
Anos depois a escravatura e a pena de morte foram sendo abolidas em muitos estados.
Depois a mulher entrou no mundo do trabalho: a mulher ganhou independência do homem e o direito ao voto.
Depois houve ainda leis que permitiram o divórcio, a contracepção e mais actualmente o planeamento familiar.
Todas estas foram conquistas da civilização. Chamamos a isto tudo, nós que vivemos o resultado destas conquistas ganhas ao longo do tempo, de direitos. Ainda recentemente em Portugal, uma mulher casada não podia abandonar o país sem o consentimento do seu marido.
Isso faz parte do passado, felizmente. Ou quê?
Ocorre que o direito à IVG é mais uma conquista nesta mesma senda das conquistas.

Será que não compreendem?
Há alguém de vós, mulheres ou homens que permita a proibição do divórcio, por exemplo? Ou o direito das mulheres ao voto?


Pensem muito bem nisto. A IVG é mais uma conquista nesta mesma senda das conquistas.
Quanto à vida – acaso estas conquistas não são conquistas da vida? Da vida verdadeiramente vivida, sem escravatura ou submissão?

Tudo o que sigo faz sentido e é a verdade.
Apenas disse a verdade coerente.
Coerente é votar sim.
Eduardo d `Orey

fevereiro 06, 2007 1:59 da manhã  
Anonymous Nuno Vaz said...

Ao acaso não ocorreu pensar que, todas as Grandes conquistas referidas foram ao serviço de melhorias da condição humana? ao serviço da vida?
Nenhuma dessas revoluções partiu do principio "matar para progredir", todas partiram do principio de "progredir para não matar".
É certo que em todas as revoluções existem mortos e feridos, mas também é certo que não é isso que elas procuram. Aqui, deliberadamente o SIM procura a MORTE, para justificar a irresponsabilidade de não saber fazer uma revolução à semelhança das passadas e que promova um real progresso dos mais fragilizados.
O princípio do SIM é o mesmo principio de qualquer GUERRA, matar para resolver, o principio do NÂO é de NÃO matar para ajudar.

fevereiro 06, 2007 11:00 da manhã  
Anonymous Rafael Graça said...

Caro Anónimo,

Cumpre-me em primeiro lugar cumprimentá-lo. Pela sua coragem de vir a este local sempre aberto ao diálogo sereno e moderado, demonstrar o seu ponto de vista, o qual é muitíssimo bem vindo.

Pena é que não tenha a razão consigo. A liberalização do aborto não é - ao contrário do que Anónimo diz - um avanço civilizacional. A liberalização do aborto é - isso sim - um grave e desmesurado retrocesso da civilização ocidental e moderna.

Eu, como o caro Anónimo, defendemos os valores cruciais do Humanismo, da Democracia, e da Liberdade. Em todas estas correntes, sempre houve algo que nunca foi posto em causa: o direito à vida. Até que chegamos ao tema do aborto.

Todos os homens e todas as mulheres têm o direito de prosseguirem o seu direito à felicidade. TODOS. E todos - caro Anónimo - não quer dizer nada menos do que isto: todos. Portanto, alguém concebido dentro da barriga da sua própria mãe também terá o inerente direito a viver e a batalhar pela sua felicidade.

A abolição da pena de morte foi, sem dúvida, um grande avanço civilizacional. Aliás, Portugal tem direito a honras especiais nessa matéria, uma vez que fomos o primeiro País do mundo a pôr termo a esta realidade tão cruel.´
Deixe-me apenas referir-lhe - caro Anónimo - que uma vez abolida a pena de morte dos condenados (algo com o qual não posso estar mais de acordo) é esvaziado o sentido da pena de morte dos inocentes, que é o que está em causa no aborto.

A abolição da escravatura também é "feito luso". Mas aqui, gostava de lhe demonstrar - caro Anónimo - o quão ignóbil era a situação antes "dos sectores mais conservadores da Igreja Católica" de então terem intervindo a favor dos escravos.
A escravatura nasceu sempre com base em dois factores: por um lado, a ideia de utilidade económica que se podia retirar gratuitamente dos escravos (para mim, VIDAS HUMANAS); por outro, a paulatina consciencialização de que os escravos não eram verdadeiras pessoas. Esse era o ponto de partida para um raciocínio de decréscimo de dignidade dos escravos. Essa era a discriminação. A escravatura nasce da discriminação. E a discriminação nasce de um processo de redução de dignidade das vidas humanas em causa.

Na questão que vai a referendo, a base é semelhante. Lídia Jorge (defensora do "sim") chamava aos fetos no Prós e Contras de "coisas". Vê, caro Anónimo?! Aqui está a tal desconsideração de verdadeira vida humana de que lhe falava.
Portanto, legalizar o aborto não pode constituir um grande avanço. Pelo contrário, faz-me recordar das mais penumbrosas épocas medievais.

O direito ao voto por parte das mulheres foi porventura a maior conquista dos últimos séculos. Mais uma vez, demorou para que a sociedade se apercebesse da igual dignidade com que ambos os sexos (homens e mulheres) foram dotados. É impressionante como poucos viam que as mulheres eram verdadeiros seres humanos!!! Vê, caro anónimo?! Aqui está o tal processo de desconsideração de verdadeiras vidas humanas de que lhe falava.
Susan B. Anthony - uma das mulheres que mais lutou pelo direito ao voto feminino - deixou escrito algo que gostava de partilhar consigo, Sr. Anónimo:

"Mais doce que a alegria de ter criado os meus próprios filhos, tem sido a alegria de ajudar as mães a melhorar as coisas em geral, a fim de que não sejam privadas da vontade de ter o filho que ainda não nasceu."

Já se vê - caro Anónimo - a mulher que lutou pelo direito ao voto, lutou pelo direito à vida.

Quanto ao divórcio, não o incluíria directamente na categoria de "Grandes Conquistas da Civilização". Não é que tenha nada contra o divórcio em si mesmo, mas porque de vez em quando me canso de atender os telefones dos meus amigos que ainda hoje (HOMENS FEITOS!!) tanto, mas tanto, lamentam o facto dos seus pais se terem divorciado. É algo que faço com gosto, já se vê. Faço questão de ser amigo dos meus amigos, mas é que SÃO MESMO MUITOS, senhor Anónimo.

Caro Senhor (ou senhora),

A liberdade é dos bens mais maravilhosos de que o Ser Humano dispõe. A seguir à vida, é o valor que mais considero. Mas repare: a seguir à vida. E sempre: a seguir à vida. Não me tente convencer de que uma mulher pode - POR OPÇÃO - pôr fim à vida do seu próprio filho. Não vale a pena. Não vale mesmo.

Liberalizar o aborto, torná-lo livre, deixar que uma mulher aborte por opção não é moderno, não é justo e não é livre. É um grande retrocesso... e um grande retrocesso civilizacional.

Já o tenho dito, mas a cada dia que passa sinto que se confirma que, além de uma óbvia mudança de políticas sociais, Portugal precisa de um novo ânimo. O malfadado drama do aborto deixa marcas profundas e contribui decisivamente para consequências traumáticas nas mulheres que o realizam. Ainda ontem à noite, num debate televisivo, isso foi visível.
A situação do aborto em Portugal está longe de ser boa e não há nenhuma «varinha mágica» que permita resolver os problemas todos de um momento para outro. É, aliás, verdadeiramente extraordinário e sintoma de uma desfaçatez sem limites que os mesmos que fizeram da questão do aborto uma espécie de «vaca sagrada» tenham antes anunciado o fim da compatricipação das pílulas anticoncepcionais... O que deixa nos portugueses a amarga sensação de que tudo é inútil, de que todas as batalhas estão perdidas, de que tudo é impossível de se combater. No último anos, o Governo disse tudo e o seu contrário, numa espécie de ziguezague. Chega dessa política de catavento!
Portugal precisa de um rumo seguro, de alternativas ao aborto e de políticas sociais consequentes. Portugal precisa de políticas de desenvolvimento pessoal e social eficazes, que façam aumentar o emprego entre as mulheres e facilite a conciliação entre a família e o trabalho, que são dois objectivos conciliáveis. Precisa de apostar em políticas sociais "de ponta", como forma de reduzir o número de abortos. Precisa também, e muito, de uma lei e de um Governo "women friendly", que só o "Não" está em condições de proporcionar depois do referendo de 11 de Fevereiro.

fevereiro 06, 2007 6:36 da tarde  
Anonymous Rafael Graça said...

Caro Eduardo d'Orey,

O comentário anterior que aqui deixei era para si. Lamentavelmente, não tinha reparado na sua assinatura em baixo.

Peço-lhe desculpas por isso.

fevereiro 06, 2007 6:38 da tarde  

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